OPERAÇÃO URBANA CONSORCIADA ÁGUA BRANCA

A comunidade da Zona Oeste quer informações mais detalhadas sobre todas as intervenções previstas na Operação Urbana Consorciada Água Branca. Quer a realização de Audiências Públicas Temáticas (drenagem, patrimônio, viário, equipamentos públicos, mudanças climáticas, uso e ocupação do solo dentre outros), e de Audiências Públicas Devolutivas, com tempo suficiente para compreensão do problema e debates/proposições, visando o estabelecimento de um diálogo maduro, responsável, competente e comprometido com a sustentabilidade e a qualidade de vida de nossos bairros e moradores.

domingo, 1 de março de 2015

NÃO DURMA com um barulho desses!




Você dormiu? Nós não!

Alarme de Incêndio da Arena Allianz Parque / Palmeiras disparou na madrugada de sábado (28/2) e domingo (01/03), 
deixando a vizinhança.....

segunda-feira, 23 de fevereiro de 2015

Como queremos que seja o nosso bairro?

O Subsetor A1 da Operação Urbana Água Branca - terreno localizado na Av. Marquês de São Vicente, hoje ocupado pela CET - está destinado pela lei da Operação Urbana Consorciada Água Branca - OUCAB para receber habitação de interesse social (HIS), equipamentos de educação, esporte, cultura, lazer e saúde (Território CEU e UBS), parque, mobilidade e alguns serviços.

O desenvolvimento do projeto para o local é objeto de um concurso coordenado pelo IAB - Instituto de Arquitetos do Brasil, cujo edital foi publicado no dia 20 de fevereiro/15.

O Grupo de Gestão da OUCAB realizou uma oficina no domingo dia 22 de fevereiro/15, para moradores e trabalhadores no perímetro da Operação Urbana, para recolher contribuições para subsidiar a decisão do juri do concurso.

Com uma metodologia participativa, com imagens, mapas, fotos aéreas, dado conceitual e maquete, os participantes da Oficina puderam conhecer conceitos e indicar coletivamente como gostariam que fosse este local.

O resultado da Oficina será sistematizado pela SMDU e divulgado no site do Grupo de Gestão.

Ao chegarem, os moradores identificavam numa foto aérea do perímetro da Operação Urbana Água Branca, onde moram ou trabalham.


Membros do Grupo de Gestão da OUCAB apresentaram informações sobre o que está previsto para o Subsetor A1 - terreno hoje ocupado pela CET, onde serão construídas moradias, equipamentos de educação, cultura e lazer (Território CEU), unidade básica de saúde (UBS) e alguns serviços e comércio. 


Moradores fazem um passeio para conhecer a área do Subsetor A1
(terreno ocupado pela CET).

Em grupos, os participantes da Oficina registraram o que gostam de ter
perto do local onde moram.
O que queremos perto de casa?


Orientados por técnicos da SMDU e SPUrbanismo, que apresentaram e explicaram conceitos, os moradores desenvolveram uma proposta de ordenamento dos programas e serviços para a área do subsetor A1.

Orientados pelo dado conceitual, os moradores indicavam sugestões sobre mobilidade, fruição, áreas verdes e posicionamento dos prédios, CEU e UBS.

Cada pessoa jogava o dado e indicava sua sugestão a
partir do conceito presente na face do dado.

Maquete finalizada







O resultado do trabalho em grupos foi apresentado com justificativa, assim como a avaliação que os participantes tiveram da realização da Oficina.





domingo, 8 de fevereiro de 2015

PM e torcedores do Palmeiras transformam nossas ruas em PRAÇA DE GUERRA

Mais uma vez torcedores, moradores, pedestres, motoristas, comerciantes, policiais e profissionais da imprensa correram riscos com as balas de borracha, bombas de gás, pau, pedras e rojões do confronto entre a PM e alguns torcedores do Palmeiras.

Mais uma vez, calçadas e ruas públicas e entradas de residências foram bloqueadas e moradores impedidos de circularem para que um jogo de futebol fosse realizado.

Mais uma vez constatamos que a organização dos jogos na Arena Allianz Parque - Palmeiras não deu certo! não é possível neste bairro a realização de jogos com duas grandes torcidas. Com uma só já não cabe! 

Na realização destes eventos na Arena Allianz Parque / Palmeiras, o custo social e o custo público é enorme, e só beneficia a WTorre e os cartolas do Palmeiras.

As autoridades do poder público precisam ser mais enérgicas e não podem ceder aos apelos dos empresários e dos cartolas do futebol. 


Veja o vídeo feito por moradores:


Alguns torcedores do Palmeiras tentaram entrar na área reservada à torcida do Corinthians, antes do início do jogo do dia 8/2/15 na Arena Allianz Parque/Palmeiras. A PM impediu, os torcedores atiraram pedras e latinhas, a PM reagiu com bombas e balas de borracha. As ruas do entorno da Arena Allianz Parque/Palmeiras viraram uma praça de guerra, colocando em risco todos os que passavam e que moram no local. Amplie o vídeo para tela inteira.


(Foto: Miguel Schincariol/ Estadão Conteúdo)


Av. Antártica com R. Turiaçu fechadas pelo confronto entre PM e torcedores do Palmeiras

PM atira bombas e tiros de borracha nos torcedores do Palmeiras

Fumaça das bombas atiradas pela PM nas ruas da Vila Pompéia 

Cartuchos de balas de borracha na Av. Antártica
Além da Rua Turiaçu que ficou fechada, a Av. Francisco Matarazzo e a Rua Padre Antonio Tomas foram bloqueadas com placas de metal e grades, com o controle de acesso feito pela tropa de choque da PM, para que a torcida do Corinthians entrasse na Arena Palmeiras, impedindo a circulação dos moradores e suas visitas, num domingo. 

Moradores foram orientados pela PM para dirigirem na contramão para poderem sair ou chegar em casa. Torcedores com ingressos para os camarotes eram conduzidos por flanelinhas para entrarem na contramão. Não tinha CET orientando ninguém.







Bloqueio para permitir o acesso da torcida do Corinthians na Arena Allianz Parque


Carros de torcedores entrando na contramão na R Padre Antonio Tomas para acessarem
a entrada para os camarotes da Arena Allianz Parque

Inquérito no Ministério Público
O Ministério Público está conduzindo o Inquérito Civil 177/14, sobre os impactos no bairro e na cidade da realização dos eventos da Arena Allianz Parque/Palmeiras.

Subprefeitura da Lapa, GCM, e a nossa praça? vai ficar sem cuidados até quando?


Vendedores ambulantes realizam churrasco na praça Conde Francisco Matarazzo Jr.
VEJA MAIS
Reportagem Estadão
Reportagem G1

Impactos da Arena Allianz Parque / Palmeiras / WTorre e o uso privado de espaço público



terça-feira, 3 de fevereiro de 2015

Com grande participação, moradores/as e trabalhadores elegem mais representantes para o Grupo de Gestão da OUCAB

1.839 pessoas compareceram para a votar e eleger 1 titular e dois suplentes, na eleição complementar dos representantes dos moradores e trabalhadores do perímetro expandido da Operação Urbana Consorciada Água Branca - OUCAB para o Grupo de Gestão, realizada no sábado 31 de janeiro/15, na Subprefeitura Lapa.

Foram eleitas/o:

Maria Elena Ferreira da Silva - titular 
Severina Ramos do Amaral - suplente 
Jorge Dias Duarte - suplente

O grande comparecimento demonstra o interesse dos moradores/as e trabalhadores/as no debate e nas decisões da aplicação da lei e na utilização dos seus recursos.


Parabéns a todos e todas!







SAIBA MAIS

sexta-feira, 23 de janeiro de 2015

Participe! Eleição para o Grupo de Gestão da OUCAB

Dia 31/01/15
Subprefeitura da Lapa - Rua Guaicurus, 1.000
das 9 às 17h
comparecer com documento com foto

No dia 31 de janeiro/15, sábado, será realizada a votação para eleger representantes dos moradores/as e trabalhadores/as do perímetro expandido da Operação Urbana Consorciada Água Branca para o seu Grupo de Gestão.

A votação ocorrerá das 9 às 17h, na Subprefeitura da Lapa.

Todos os/as moradores/as e trabalhadores/as dos bairros da Água Branca, Barra Funda, Lapa, Casa Verde, Freguesia do Ó, Pirituba e Santana poderão votar. Para isso, devem comparecer com um documento de identidade com foto e assinar uma declaração de que mora ou trabalha no perímetro, que será entregue pela mesa de votação.

Serão eleitos/as 3 representantes - 1 titular e 2 suplentes, que irão complementar a representação da sociedade civil no Grupo de Gestão, que se reúne a cada 3 meses para discutir e deliberar sobre assuntos referentes à OUCAB, incluindo as prioridades de investimentos.

As candidatas e candidato, publicados no Diário Oficial são:

01 - Ana Paula da Silva
02 - Jorge Dias Duarte
03 - Maria Helena Ferreira da Silva
04 - Severina Ramos do Amaral

Se você tem dúvida se pode ou não votar devido à localização de sua casa/trabalho, confira o mapa do perímetro da OUCAB clicando aqui.

Saiba aqui quem são os membros do Grupo de Gestão da OUCAB.

Leia aqui as atas e deliberações das reuniões do Grupo de Gestão da OUCAB.

O que é uma Operação Urbana Consorciada - OUC?
O Estatuto da Cidade (Lei Federal n. 10.257 de 10 de julho de 2001) prevê as Operações Urbanas Consorciadas (OUC), instrumento cujo objetivo é gerar transformações urbanísticas estruturais, melhorias sociais e valorização ambiental de determinadas regiões do Município que se encontram subutilizadas, seja pela degradação urbana, ou ainda pelo esvaziamento populacional, mas que possuem boa infraestrutura. As Operações Urbanas Consorciadas prevem e incentivam a participação da iniciativa privada, nessas ações de interesse coletivo, fiscalizadas pelo Poder Público e pela sociedade civil.

O que prevê a OUCAB Água Branca - OUCAB?
A Lei da OUCAB estabelece diretrizes e prioridades para o uso dos recursos da OUCAB, estabelecidas no artigo 8º - recursos do fundo da Lei de 1995 (cerca de R$ 570 milhões em caixa); e artigo 9º - recursos do fundo originado pela venda de CEPACs.

Conheça o Regimento Interno do Grupo de Gestão da Operação Urbana Consorciada Água Branca - OUCAB

Pelo direito à cidade, nenhuma ZEIS a menos!

CARTA ABERTA À SECRETARIA MUNICIPAL DE DESENVOLVIMENTO URBANO 
E À CIDADE DE SÃO PAULO.

A audiência pública referente à revisão da Lei de Parcelamento, Uso e Ocupação do Solo, convocada pela Secretaria Municipal de Desenvolvimento Urbano e realizada no último dia 14 de janeiro de 2015, foi marcada pela manifestação de entidades de bairros que se mostraram contrárias à demarcação de ZEIS.

Nós, profissionais e entidades que abaixo assinamos a presente manifestação, defendemos a ampliação das ZEIS e SOMOS CONTRA A SUPRESSÃO DE PERÍMETROS DE ZEIS NA REVISÃO DA LEI DE PARCELAMENTO, USO E OCUPAÇÃO DO SOLO.

A atual demarcação das ZEIS é fruto de um processo técnico e político de negociação realizado durante a construção do novo Plano Diretor Estratégico e representa, sob diversos aspectos, a possibilidade de concretização do direito à cidade e à moradia de uma parcela da população sistematicamente excluída do processo de planejamento e produção da cidade. SUPRIMIR QUALQUER ZEIS JÁ DEMARCADA SIGNIFICA UM RETROCESSO SOCIAL E UMA VIOLAÇÃO A ESSES DIREITOS E COM ISSO NÃO COMPACTUAREMOS.

Não aceitaremos visões excludentes e segregacionistas que, por anos a fio, expulsaram e empurraram os mais pobres para as zonas mais distantes das oportunidades de emprego, educação, saúde e cultura. Não podemos aceitar o apartheid social! Queremos uma cidade que propicie o encontro e a diversidade, a igualdade no acesso aos bens e serviços públicos e às oportunidades.

Nesse sentido, exigir NENHUMA ZEIS A MENOS significa DEMOCRATIZAR O DIREITO À MORADIA E À CIDADE, ou seja, não pode ser reduzido o volume de ZEIS já demarcadas nem alterada a sua localização pelos motivos que apresentamos:

  • A demarcação de ZEIS, resultado da luta popular, é um dos principais instrumentos de política fundiária atuais, e será essencial na garantia do acesso a terra para as famílias de baixa renda nos próximos 15 anos.
  • Perímetros de ZEIS localizados em regiões centrais da cidade são instrumentos fundamentais para efetivação do direito à moradia digna e combate ao déficit habitacional no município, contribuindo para a permanência da população de baixa renda no centro (em áreas com infraestrutura urbana consolidada) e também para a diminuição de deslocamentos diários, aproximando trabalho e moradia e inibindo o espraiamento da cidade e a ocupação de áreas de fragilidade ambiental.
  • A gravação de perímetros de ZEIS sobre assentamentos irregulares é uma forma de reconhecimento da sua existência, da necessidade de intervenção para urbanização e da legitimidade de sua permanência, evitando a ocorrência de remoções forçadas.
  • Vinculado a instrumentos como o IPTU Progressivo e a políticas de subsídio à construção de novas moradias, o instrumento apresenta perspectivas positivas de ampliação do direito à cidade e à moradia para grande parte da população.
Durante as diversas plenárias regionais da revisão da Lei de Zoneamento, foram encaminhadas, pelos Movimentos Populares e pelas Entidades da Reforma Urbana, propostas de ampliação das ZEIS em regiões consolidadas da cidade onde ainda é possível garantir para as famílias de baixa renda o acesso a moradia. Assim, exigimos que todo o restante do processo de revisão, tanto em sede do Executivo quanto posteriormente no Legislativo, zele pela MANUTENÇÃO DOS PERÍMETROS DE ZEIS PREVISTOS NO PLANO DIRETOR APROVADO, oferecendo no máximo a instituição de novos perímetros, mas sem supressões arbitrárias dessa conquista popular.

Tendo em vista a diretriz da gestão municipal de conferir o máximo de transparência a esses processos, aproveitamos para propor que seja estabelecido um SISTEMA DE MONITORAMENTO DAS ZEIS NA CIDADE. Além de permitir que a sociedade como um todo monitore a evolução das áreas demarcadas ao longo do tempo, esse sistema seria extremamente importante para que se possa acompanhar e garantir a implementação de cada uma das ZEIS, por exemplo, qual a sua situação atual, quais os projetos previstos para ela, se estão sendo aplicados outros instrumentos de indução do cumprimento da função social da propriedade (PEUC, IPTU Progressivo no Tempo), e informações sobre a formação e andamento dos respectivos Conselhos Gestores, para que se valide a gestão social sobre as ZEIS.
               
Por fim, acreditamos ser necessária a AMPLIAÇÃO DO TEMPO DE DIÁLOGO NESSA ÚLTIMA ETAPA DO EXECUTIVO, tendo em vista que o prazo de apenas um mês – intercalado pelas festas de fim de ano – é insuficiente para discutir a minuta ora apresentada, que traz diversas novidades que interferirão significativamente no futuro da Cidade de São Paulo.

Assinam:
CENTRAL DE MOVIMENTOS POPULARES-CMP - UNIÃO DOS MOVIMENTOS DE MORADIA DE SÃO PAULO - UMMSP - FRENTE DE LUTA PELA MORADIA – FLM - MOVIMENTO NACIONAL DE LUTA PELA MORADIA -MNLM - MOVIMENTO DE MORADIA PARA TODOS - MMPT – MOVIMENTO SEM TETO DO CENTRO – MSTC – UNIFICAÇÃO DAS LUTAS DE CORTIÇOS-ULC - GRUPO DE ARTICULAÇÃO DE MORADIA PARA O IDOSO DA CAPITAL – GARMIC - MOVIMENTO DE HABITAÇÃO E AÇÃO SOCIAL – MOHAS – ASSOCIAÇÃO DOS MOVIMENTOS DE MORADIA DA REGIÃO SUDESTE – MOVIMENTO SEM TERRA LESTE 1-  – UNIÃO INDEPENDENTE DA ZONA SUL – UIZ SUL 1 -  MOVIMENTO DE DEFESA DO FAVELADO – MDF -  MOVIMENTO SEM TETO DA ZONA OESTE E NOROESTE - CENTRO GASPAR GARCIA DE DIREITOS HUMANOS  - INSTITUTO PÓLIS – MOVIMENTO DE MORADIA INDEPENDENTE DE VILA MARIA - ESCRITÓRIO MODELO “DOM PAULO EVARISTO ARNS” (PUC/SP) – NÚCLEO ESPECIALIZADO DE HABITAÇÃO E URBANISMO DA DEFENSORIA PÚBLICA DO ESTADO DE SÃO PAULO – INSTITUTO BRASILEIRO DE DIREITO URBANÍSTICO – ASSOCIAÇÃO DOS CICLISTAS URBANOS DE SÃO PAULO – CICLOCIDADE - LABORATÓRIO ESPAÇO PÚBLICO E DIREITO À CIDADE (LABCIDADE|FAUUSP). 

terça-feira, 20 de janeiro de 2015

Absurdo - S.E. Palmeiras mais uma vez desrespeita seus vizinhos

24 horas de ininterrupto barulho de geradores instalados pelo Palmeiras estão tirando o direito ao descanso e a saúde dos moradores da Rua Padre Antonio Tomás.

Boletins de ocorrência, denúncias no PSIU, telefonemas, e-mails, reuniões - nada conseguiu com que a diretoria do Palmeiras fizesse algo muito simples - deslocar os geradores de lugar, transferindo-os para longe das residências. Os próprios diretores do Palmeiras admitem que quando instalaram os geradores, não consideraram o incômodo aos vizinhos. E que instalaram no local mais fácil.



Desde o dia 19 de dezembro/14, os moradores da Rua Padre Antonio Tomás estão sendo perturbados pelo barulho de 3 geradores instalados pelo Palmeiras:  2 no estacionamento da Arena Allianz Parque, no número 220 1 na parede da área da churrasqueira, que faz divisa com o Condomínio Palmeiras, na mesma ruaOs geradores, ligados 24h por dia, fazem um barulho ininterrupto que está prejudicando a saúde dos moradores vizinhos, que ouvem o ruído dia e noite. 



Desde 19/12/14 moradores fizeram contato por telefone, pessoalmente ou por e-mail, com os senhores Reginaldo Tripoli (Xexéu), Luciano Cavalli, diretores administrativos do clube, e Paulo Ferro, diretor de obras e manutenção. Vários boletins de ocorrência foram registrados na 23ª delegacia pelos síndicos dos condomínios. Um abaixo assinado foi protocolado na Subprefeitura da Lapa. Uma moradora ajuizou uma ação. E até agora, a diretoria do Palmeiras não atende ao simples pedido de transferir os geradores para qualquer outro lugar dentro do clube que esteja longe dos prédios.



O descaso da diretoria do Palmeiras com a vizinhança não é de agora

Os exaustores da lanchonete e restaurante da piscina há anos incomoda com seu barulho intermitente de terça a domingo. Além de muito grande, desproporcional à necessidade, ainda o esquecem, com certa frequência, ligado após as 22h. Não existe ninguém no clube que resolva até que o clube seja aberto novamente. Várias são as solicitações de moradores para que este problema seja resolvido, via e-mail, registros feitos à ouvidoria do clube, abaixo assinado, pedidos de reuniões, mas a diretoria do Palmeiras não toma providências.





Mais incômodos

Impactos dos jogos na Arena Palmeiras