OPERAÇÃO URBANA CONSORCIADA ÁGUA BRANCA

A comunidade da Zona Oeste quer informações mais detalhadas sobre todas as intervenções previstas na Operação Urbana Consorciada Água Branca. Quer a realização de Audiências Públicas Temáticas (drenagem, patrimônio, viário, equipamentos públicos, mudanças climáticas, uso e ocupação do solo dentre outros), e de Audiências Públicas Devolutivas, com tempo suficiente para compreensão do problema e debates/proposições, visando o estabelecimento de um diálogo maduro, responsável, competente e comprometido com a sustentabilidade e a qualidade de vida de nossos bairros e moradores.

domingo, 16 de agosto de 2020

Operação Urbana Consorciada Água Branca - 7 anos

§   A Lei 11.774/1995 da Operação Urbana Água Branca foi revisada entre 2010 e 2013, em um intenso processo participativo, com a presença de mais de mil pessoas em cada audiência pública realizada. O PL foi enviado para a CMSP em novembro de 2012, no final da gestão Kassab (PSD), e a Lei 15.893/2013, da Operação Urbana Consorciada Água Branca, foi aprovada em novembro de 2013, na gestão Haddad (PT);
§   A revisão adequou a Operação Urbana ao Estatuto da Cidade, como o controle social com a constituição de um Grupo de Gestão, paritário, com representantes indicados da prefeitura e representantes eleitos pela sociedade civil;
§   Nas suas diretrizes, a Lei da OUCAB inovou propondo o incentivo e incremento de diversificação da produção imobiliária, visando à oferta de unidades habitacionais para diferentes faixas de renda e composições familiares; a construção de empreendimentos de uso misto e com maior número de unidades habitacionais e melhor aproveitamento dos terrenos; a destinação de áreas públicas e de outras áreas para implantação de programas habitacionais; o sistema de transporte coletivo por meio de corredores de ônibus; a preservação do lençol freático por meio da limitação do número de pavimentos em subsolo nas edificações; a ampliação e melhoria da infraestrutura de drenagem, entre outras;
§   Manteve as intervenções públicas não realizadas da Lei de 1995 e incorporou demandas sociais apresentadas nas audiências publicas;
Art. 8º O programa de intervenções a ser realizado com os recursos no âmbito da Operação Urbana Água Branca instituída pela Lei nº 11.774, de 18 de maio de 1995, deverá compreender, na seguinte ordem de prioridade
I – obras de drenagem dos Córregos Água Preta e Sumaré;
II – construção de, no mínimo, 630 (seiscentas e trinta) unidades habitacionais de interesse social, dentro do perímetro da Operação Urbana Consorciada, com atendimento preferencial dos moradores das Favelas Aldeinha e do Sapo, incluindo a aquisição de terras para essa produção;
III – prolongamento da Avenida Auro Soares de Moura Andrade até a Avenida Santa Marina;
IV – reforma e requalificação dos conjuntos habitacionais da Comunidade Água Branca.
§   Criou o perímetro expandido da Operação Urbana;
§   Ampliou as intervenções públicas para o perímetro e perímetro expandido:
Art. 9º O programa de intervenções da Operação Urbana Consorciada Água Branca compreende:
I - aquisição de terras e produção de Habitações de Interesse Social no perímetro da Operação Urbana Consorciada e em seu perímetro expandido, sendo prioritário o reassentamento das famílias atingidas pelas obras previstas no programa de intervenções no perímetro da Operação Urbana Consorciada, atendendo até 5.000 (cinco mil) famílias;
II - reurbanização de favelas no perímetro da Operação Urbana Consorciada e em seu perímetro expandido, observado o limite mínimo estabelecido no “caput” do art. 12 desta lei, conforme Quadro IC, anexo a esta lei;
III - implantação de equipamentos sociais e urbanos necessários ao adensamento da região, sendo no mínimo 10 (dez) centros de educação infantil, 2 (duas) escolas municipais de educação infantil, 4 (quatro) escolas municipais de ensino fundamental, 1 (uma) escola de ensino médio, 2 (duas) unidades básicas de saúde e 1 (uma) unidade básica de saúde com assistência médica ambulatorial, conforme Quadro IB, anexo a esta lei;
IV - execução de melhoramentos públicos
, sinalização de vias, enterramentos de redes e outros dispositivos estabelecidos no Mapa IV e melhoramentos viários descritos no Quadro IA e IB, anexos a esta lei;
V - execução de obras de drenagem nas bacias hidrográficas dos córregos existentes, tais como reservatórios contra cheias, sistemas de bombeamentos e dispositivos diversos, na área da Operação Urbana Consorciada;
VI - ampliação e melhoria do sistema de transporte coletivo, preferencialmente por modos não poluentes e por meio de corredores de ônibus ou outros modais;
VII - levantamento do patrimônio cultural no perímetro da Operação Urbana Consorciada, incluindo os bens de natureza material e imaterial;
VIII – interligação de corredor viário da Zona Noroeste da cidade com os corredores existentes na área da Operação, incluindo a infraestrutura para transporte coletivo e melhoramentos necessários, via corredor exclusivo para ônibus ou outros modais;
IX - implementação dos programas, ações e demais exigências impostas no licenciamento ambiental da Operação Urbana Consorciada e de seu programa de intervenções, inclusive a elaboração de plano de educação ambiental destinado à sensibilização da coletividade quanto às questões ambientais, sua organização e participação na defesa do meio ambiente, excetuadas as medidas de mitigação e de remediação de passivos ambientais de áreas particulares;
X - obras de transposições em desnível das ferrovias existentes, para meios não motorizados, exceções feitas aos equipamentos motorizados de utilização por pessoas com deficiência de com mobilidade reduzida;
XI – execução de alças de acesso da Avenida Presidente Castelo Branco à Ponte Júlio de Mesquita Neto ao sul do Rio Tietê e alça de acesso da Avenida Otaviano Alves de Lima à ponte citada e conexão com a Avenida José Papaterra Limongi.
§ 1º Consideram-se compreendidos nas intervenções descritas neste artigo as desapropriações, os estudos, gerenciamentos e projetos necessários às finalidades definidas nesta lei.
§ 2º A implementação do programa de intervenções estará sujeita ao licenciamento ambiental ou ao estudo de impacto de vizinhança e ao licenciamento pelos órgãos de preservação do patrimônio histórico, cultural e ambiental, quando exigido pela legislação específica e demais normas complementares.
§ 3º As medidas de mitigação e remediação de passivos ambientais dos terrenos públicos municipais poderão ocorrer com recursos da Operação Urbana Consorciada.

Recursos da OUCAB
§   A Lei da OUCAB prevê que as intervenções públicas serão pagas com recursos do fundo constituindo pela Lei 11.774/95 de Outorga Onerosa do Direito de Construir (OODC), do fundo constituído com recursos de leilões de Certificados de Potencial Adicional de Construção (CEPAC) e do fundo constituído pelos 22% dos recursos de CEPAC destinados para habitação de interesse social.

Fundo Outorga Onerosa do Direito de Construir (OODC),
§   A Lei 15.893/2013 foi aprovada com recursos de OODC já existentes da Lei 11.774/1995, no valor  de R$ 544.904.426;
§   Em 30/06/2020, o saldo no Fundo de Outorga Onerosa era de R$ 666.824.564;
§ Uma decisão da Justiça em 2013, provocada por uma ação civil pública do Ministério Público, destinou esses valores para uso exclusivo na realização das intervenções públicas previstas no artigo 8º, remanescentes da Lei anterior (Processo TJSP 0026856-85.2013.8.26.0053);
§   Desde então, o Ministério Público de São Paulo, por meio da Promotoria de Habitação e Urbanismo, fiscaliza o cumprimento dessa decisão pela Prefeitura (Inquérito Civil MP - 14.0279.0000414/2013-9);
§   O Ministério Público condicionou a liberação do recurso mediante a apresentação, por parte da Prefeitura, dos projetos e editais finalizados para a contratação das obras;

Liberação dos recursos dos itens I, II e III

§   Somente no início de 2020 a PMSP (SMDU/SP Urbanismo e SIURB/SP Obras) entregou as informações necessárias e em março de 2020, com o parecer favorável do MP, a Justiça liberou o valor total de R$ 166.742.099,99 do Fundo de OODC, solicitados pela Prefeitura, para dar sequência a licitação das obras dos itens I, II e III do artigo 8º da Lei 15.893/13:

Item I – R$ 1.691.816,72
Projeto executivo drenagem Córregos Sumaré e Água Preta – R$ 1.626.746,85
Remuneração SP Obras – R$ 65.069,87

Item II – R$ 147.410.985,47
Projeto executivo e obra HIS Subsetor A1 – R$ 138.414.070,86
Gerenciamento técnico e social (COHAB e SEHAB) – R$ 8.996.914,61

Item III – R$ 17.639.297,80
Projeto executivo, estudos ambientais e material expropriatório – R$ 16.960.863,27
Remuneração SP Obras – R$ 678.434

Situação atual das intervenções públicas previstas na Lei 15.893/13 – OUCAB

Artigo 8º – em ordem de prioridade
I – obras de drenagem dos Córregos Água Preta e Sumaré (SIURB/AP Obras);
§   Intervenção publica prevista desde a Lei de 1995 (OUAB), o projeto foi desenvolvido para eliminar as enchentes no bairro da Pompéia;
§   Com contrato iniciado em 2014, logo após a provação da Lei da OUCAB na gestão Haddad (PT), foram realizadas obras de drenagem do Córrego Sumaré e do Córrego Água Preta. O contrato terminou em 2016, restando ainda 1.800 mts de obra para ser finalizada;
§   Na gestão Doria/Covas (PSDB) foi desenvolvido projeto básico para concluir as obras de drenagem;



II – construção de, no mínimo, 630 (seiscentas e trinta) unidades habitacionais de interesse social, dentro do perímetro da Operação Urbana Consorciada, com atendimento preferencial dos moradores das Favelas Aldeinha e do Sapo, incluindo a aquisição de terras para essa produção; (SMDU/SP Urbanismo)
§   A Favela do Sapo e a Favela da Aldeinha  foram removidas entre 2007 e 2011. Nesse período, as 1.061 famílias (cadastro SEHAB) já tinham direito a atendimento habitacional definitivo no perímetro da Água Branca, previsto na Lei 11.774/1995, mas não foram atendidas;
§   Com a revisão da lei da OUAB; o direito de atendimento habitacional a essas famílias foi garantido no artigo 8º da Lei 15.893/13;
§   Em 2015 foi realizado concurso público nacional para o projeto urbanístico do Subsetor A1, terreno localizado na Av. Marquês de São Vicente, onde há uma unidade da CET Noroeste;
§   O escritório que elaborou a proposta vencedora foi contratado para desenvolver o projeto básico e o licenciamento das HIS;
§   Na gestão Doria/Covas (PSDB) esse projeto não foi priorizado. Em 2017, o contrato com o escritório foi suspenso pela SMDU e SP Urbanismo e só retomado no início de 2020;

Famílias que serão atendidas o Subsetor A1 da OUCAB
§   Por iniciativa de representantes eleitos(as) da sociedade civil, no Grupo de Gestão da OUC Água Branca, foi iniciada em 2015, e continua sendo realizada, busca ativa das 1.061 famílias cadastradas pela SEHAB durante a remoção da Favela do Sapo e Favela da Aldeinha, para serem informadas do direito previsto na Lei, atualizarem seus dados cadastrais na SEHAB e receberem da prefeitura a declaração de direito de atendimento habitacional definitivo (“termo de moradia”);
§   Das 1.061 famílias do cadastro, somente 151 recebem auxílio aluguel. As demais famílias que já compareceram em SEHAB também reivindicam a inclusão no Programa Auxílio Aluguel, uma vez que aguardam há mais de 10 anos o atendimento habitacional definitivo e aguardarão ainda por mais 3 anos. A SEHAB alega não ter recursos para incluir essas famílias no programa.
§  Em junho de 2020 a Justiça condenou a prefeitura a incluir todos os moradores removidos da Favela do Sapo no Programa Auxílio Aluguel (sentença de ação proposta pela Defensoria Pública em 2009); reconhecendo o direito também dos moradores removidos da Favela da Aldeinha.




III – prolongamento da Avenida Auro Soares de Moura Andrade até a Avenida Santa Marina (SIURB/AP Obras);
§    A extensão da Avenida Santa Marina estava prevista na Lei de 1995, com projeto da CET. Com a revisão da Lei da OUCAB em 2013, o projeto foi ajustado pela SP Obras para ser um apoio leste-oeste, margeando a linha de trem, que possa ser uma alternativa viária à Avenida Francisco Matarazzo, muito congestionada. Religará a Avenida Santa Marina, hoje bloqueada pelas linhas de trem, com a Av Auro, por meio de um túnel;
§   Esse projeto tem sido questionado pelos especialistas em mobilidade, pois seu desenho prioriza a circulação de carros, não prevê a circulação de transporte público e piora a vida dos pedestres, a partir de uma obra cara e de grande impacto. Na mesma área onde o túnel será construído estão previstas uma estação do Metrô da linha Laranja, a remodelagem da Estação da CPTM Água Branca e a construção de uma nova estação de trem na altura do Viaduto Pompéia. A prefeitura terá que realizar o deslocamento da atual e a implantação de uma nova linha férrea;
§ Na gestão Haddad (PT) foi iniciado o desenvolvimento do projeto básico que continuou durante a gestão Doria/Covas (PSDB);
§   Em 24/06/2020 foi publicado no Diário Oficial da Cidade o Edital para a licitação do projeto executivo e obra do Projeto de Prolongamento da Avenida Auro Soares de Moura Andrade.
















IV – reforma e requalificação dos conjuntos habitacionais da Comunidade Água Branca.
§    A Comunidade Água Branca está localizada nas margens do Córrego Água Branca, entre a Avenida Marquês de São Vicente e a Avenida Pres Castelo Branco (Marginal Tietê);
§     A demanda foi apresentada pelos moradores durante as audiências públicas da revisão da Lei da OUAB; incorporada na Lei 15.893/13 e identificada como obra emergencial pelo Ministério Público por apresentar situação de alto risco;
§     Com a decisão da justiça que destinou o uso dos recursos do Fundo de OODC para as obras remanescentes da Lei 11.774/1995, as obras emergenciais foram realizadas em parte com recursos correspondentes a 20% destinados para habitação, do valor do fundo de CEPAC e em parte com recursos de SEHAB;
§     Parte das obras foram realizadas em 2016, durante a gestão Haddad (PT), interrompidas no início da gestão Doria/Covas (PSDB), retomadas em 2019, e ainda não foram concluídas. Ainda está em fase de desenvolvimento de projeto pela SEHAB, com apoio da SIURB, o projeto para drenagem das ruas e vielas da Comunidade, para evitar enchentes durante o período de chuvas; e a troca da tubulação de esgoto. Aqui há problemas sérios relacionados aos encaminhamentos de SEHAB, já informados ao MP.
§    A sociedade civil realizou uma fiscalização detalhada das propostas orçamentárias das obras, propôs e conseguiu alterações nos projetos para que fossem adequados às demandas da Comunidade, otimizando os recursos;

Fundo CEPAC
§   No período entre 2010 e 2013, o bairro da Água Branca era bastante procurado pelas incorporadoras e setor imobiliário, esgotando os estoques residenciais, e gerando grande expectativa com a oferta pública de CEPACs após a aprovação da Lei da OUCAB;
§   O primeiro e único leilão de CEPAC, realizado em 2015 durante a gestão Haddad (PT), não atingiu os objetivos pretendidos. Dos 750 mil CEPACs colocados para leilão, somente 6 mil CEPACs foram comprados, arrecadando somente R$ 9.288.000,00 dos quase R$ 1 bi pretendidos;
§   Dos recursos arrecadados, 22% foram destinados para intervenções relacionadas a habitação, conforme prevê a Lei da OUCAB;
§   Em 30/06/2020, o saldo no Fundo de CEPAC era de R$ 4.022.348,54.


Artigo 9º - Intervenções públicas que estão em andamento
Com recursos do fundo de CEPAC
§   Levantamento do Patrimônio Cultural do perímetro da OUC Água Branca (SMC);
§   Estudo para projeto drenagem Córrego Água Branca (SIURB / SP Obras);
§   Desenvolvimento de projeto básico para a Subsetor A1 (SMDU / SP Urbanismo): CEU; UBS; 728 unidades habitacionais no Subsetor A1 (quadras C e D); Viário; Parque.



















Iniciada com recursos do FUNDURB
§     Ligação Viária Pirituba Lapa (SIURB / SP Obras);


PL 397/2018
§  Em 2018, o prefeito Bruno Covas (PSDB) enviou para a Câmara de Vereadores o PL 397/18 que reduz em até 1/3 valor do m2 de CEPAC, hoje R$ 1.600,00 (não residencial) e R$ 1.400,00 (residencial). O artigo 1º do PL propõe uma tabela dinâmica, onde reduz o valor para R$ 230,00 o m2;

§  PL 397/2018 foi massivamente rejeitado pelo Grupo de Gestão da OUCAB e nas audiências públicas realizadas pelo executivo e pelas comissões da CMSP em 2018 e 2019; 

§  O estudo econômico que embasa a proposta foi refutado por especialistas à época das audiências públicas por sua fragilidade e desatualização, já que foi realizado em 2016 e baseou-se em dados de anúncios de preço de imóveis na Internet. Além de não confiáveis, os dados não refletem a realidade dos preços praticados na Água Branca e estão em desacordo com a conjuntura econômica atual, e a proposta de valores apresentada no PL 397/18 oferece insegurança jurídica para os encaminhamentos futuros;
§   Apesar disso, agora em 2020, o PL 397/2018 foi recolocado na pauta das sessões da CMSP para votação;
§  Se o PL for aprovado, reduzirá a arrecadação e inviabilizará a realização das intervenções públicas tão necessárias para a população que mora no perímetro da OUCAB. Não há justificativa para esse projeto ser colocado para votação no último semestre da gestão Covas/PSDB e numa conjuntura econômica e social afetada pela pandemia sanitária.
(Carta Aberta).


§    Durante a gestão do prefeito Fernando Haddad (PT), foi instituído o Grupo de Gestão da OUCAB. Sua composição conta com 9 titulares e seus suplentes, representantes eleitos pela Sociedade Civil, e 9 titulares e seus suplentes, representantes indicados pela Prefeitura;
§    A Operação Urbana Consorciada Água Branca é a única OU que realiza processo eleitoral para os representantes da sociedade civil, com uma grande e efetiva participação da população;
§     As/os atuais representantes da Sociedade Civil do Grupo de Gestão foram eleitas/os em uma votação que contou com a participação de 1.800 pessoa, e cada titular foi eleito(a) com mais de 1.000 votos;
§     São atribuições do Grupo de Gestão a implementação do programa de intervenções e o monitoramento de seu desenvolvimento; deliberar sobre o plano de prioridades para implementação do programa de intervenções elaborado pela SP-Urbanismo, respeitadas as diretrizes da lei da OUCAB e do Plano Diretor Estratégico; propor alterações na Lei 15.893/13; entre outras.


Representantes da Sociedade Civil no Grupo de Gestão da Operação Urbana Consorciada Água Branca
Jupira Cauhy – Representante dos moradores do perímetro no Grupo de Gestão da OUCAB
Caio Boucinhas – Representante dos moradores do perímetro no Grupo de Gestão da OUCAB
Ilma Pinho – Representante dos moradores do perímetro no Grupo de Gestão da OUCAB
Ana Carolina Santos – Representante dos moradores do perímetro no Grupo de Gestão da OUCAB
Severina Amaral – Representante dos moradores do perímetro expandido no Grupo de Gestão da OUCAB
Leonor Galdino – Representante dos moradores do perímetro expandido no Grupo de Gestão da OUCAB
Maria Elena Ferreira (Movimento Moradia Zona Oeste) – Representante dos Movimentos de Moradia no Grupo de Gestão da OUCAB
Dulcinea Pastrello (Instituto Rogacionista) – Representante de Organizações Não Governamentais no Grupo de Gestão da OUCAB
Adriana Bogajo (Instituto Rogacionista) – Representante de Organizações Não Governamentais no Grupo de Gestão da OUCAB
Laisa Stroher (IAB/SP) – Representante das Entidades Acadêmicas, Pesquisa e Profissionais no Grupo de Gestão da OUCAB
Paula Santoro (FAU/USP) – Representante das Entidades Acadêmicas, Pesquisa e Profissionais no Grupo de Gestão da OUCAB

terça-feira, 11 de agosto de 2020

Carta Aberta aos Vereadores e Vereadoras de São Paulo de lideranças e representantes da Sociedade Civil contra o PL 397/18 que altera a OUCAB

o queremos o PL 397/2018!
Escutem e respeitem a população e as lideranças dos bairros da Operação Urbana Consorciada Água Branca 
e dos Conselhos de Representantes!
Queremos CEU, UBS, HIS, drenagem! Queremos uma região desenvolvida de acordo com as diretrizes e objetivos da OUCAB!
Não queremos saldão de CEPAC!
Retirem de Pauta - Não aprovem o PL 397/18

O PL 397/18 do executivo, que reduz os valores de arrecadação da Operação Urbana Consorciada Água Branca, não foi aprovado pelo seu Grupo de Gestão, e foi massivamente rejeitado nas audiências públicas lotadas, realizadas em 2018. Atende só aos interesses do mercado e reduz o valor de arrecadação para a realização das importantes intervenções públicas previstas na Lei da OUCAB como CEU, UBS, 5 mil HIS e drenagem de córregos, ligação viária, entre outras.
Parado na Comissão de Política Urbana da CMSP desde então, o reaparecimento do PL 397/18 no final da gestão Covas, para votação em sessão extraordinária, é mais uma forma de atender a interesses que não são transparentes, tirando proveito do momento em que a atenção da população está voltada para crise sanitária. O PL 397/18 está baseado em estudos econômicos defasados, elaborados em 2016 e depois das audiências públicas, nenhuma outra proposta de alteração foi debatida com a sociedade e com seus representantes no Grupo de Gestão da OUCAB.
Se aprovado em 1a. Votação, poderá ser alterado por meio de substitutivos e emendas que impactarão a Lei da OUCAB, atendendo a interesses contrários aos da população que massivamente participa das audiências públic s e dos seus representantes eleitos para o Grupo de Gestão da OUCAB. É atribuição do Grupo de Gestão, prevista no artigo 62 da Lei 15.893/13, deliberar sobre o plano de prioridades para implementação do programa de intervenções, elaborado pela SP-Urbanismo, de acordo com as diretrizes da Lei e do PDE e precedida da realização de audiência pública.
Detalhamos abaixo os motivos pelos quais somos contra o PL 397/2018.

Por que o PL 397/2018 foi rejeitado nas audiências públicas e pelo Grupo de Gestão da OUCAB? 

Não há JUSTIFICATIVA que sustente as propostas de reduzir o valor de CEPAC para os míseros R$233,00 conforme a “tabela dinâmica”, ou mesmo retroceder aos patamares inicialmente propostos em 2013 (reduzindo o valor de CEPAC residencial de R$1.400,00 para R$700,00 e o valor de CEPAC comercial de R$1.600,00 para R$800,00) e a piora dos parâmetros de ocupação da Gleba Pompéia.
- Caso seja aprovado o PL 397/18 com essa revisão, as melhorias urbanas para a região da Água Branca e bairros do perímetro expandido (que constituem a finalidade da operação urbana) serão drasticamente prejudicadas. Não haverá os recursos necessários para investir no plano de intervenções públicas da OUCAB e nas prioridades aprovadas no Grupo de Gestão, e perderemos habitações de interesse social, equipamentos públicos de saúde, educação, áreas verdes, drenagem e mobilidade. Considerando o contexto de retração dos investimentos do governo federal e penúria financeira do município de São Paulo, esta situação é ainda mais grave.
 - A operação conta com SIGNIFICATIVO RECURSO EM CAIXA (hoje, R$ 665 milhões, com destinação, beneficiários, terrenos e projetos definidos), com um grande atraso na sua aplicação. A execução desses investimentos – como as moradias do Subsetor A1 que atenderão as famílias cadastradas das Favelas do Sapo e da Aldeinha, que aguardam atendimento habitacional há mais de 10 anos; finalização das obras de drenagem do Córrego Água Preta, que impedirá as enchentes no bairro da Pompéia e o prolongamento da Av Auro Soares, que contribuirá para a mobilidade da região – DEVERIA CONSTITUIR O CENTRO DOS ESFORÇOS DA GESTÃO MUNICIPAL.
 - Foi realizado APENAS UM LEILÃO de CEPAC, em 2015, quando os empreendedores não demandavam potencial construtivo, pois muitos haviam recém aprovado projetos utilizando outorga onerosa, e a dinâmica imobiliária na cidade encontrava-se em retração. Atualmente, o setor imobiliário está em franca recuperação, com alteração deste quadro. Lembrando, que, a Operação Urbana Faria Lima também não obteve sucesso no primeiro leilão, nem por isso deixou de ter boa arrecadação nos seguintes.
- O PREÇO MÍNIMO VIGENTE DO CEPAC (de R$ 1.400,00, para usos residenciais e R$ 1.600,00, para comerciais) É ADEQUADO. Caso a contrapartida financeira fosse calculada pelo método utilizado antes de 2013 na Operação Urbana Água Branca (pela outorga onerosa), que viabilizou inúmeros empreendimentos imobiliários, o valor atual equivaleria entre R$ 1.600,00 e R$ 2.300,00[1]. O valor médio do potencial construtivo pago em toda a cidade de São Paulo em 2017 foi de R$ 1.059,00[2]. Os estudos que embasaram a revisão de valores constante no PL são defasados e frágeis. Vale a pena lembrar, que no final de 2019 houve um leilão na OUC Faria Lima que o valor do CEPAC atingiu R$ 17.600,00.
 - O PAPEL DE UMA OPERAÇÃO é garantir que a construção de novos empreendimentos seja acompanhada de MELHORIAS URBANAS para atender as demandas dos antigos e novos moradores dos bairros da Água Branca, de forma a romper com o ciclo histórico de adensamento de edifícios sem qualidade de vida.
 - DESCONTO no valor do potencial construtivo NÃO INDUZ DINÂMICA IMOBILIÁRIA . Os descontos concedidos na outorga onerosa nos bairros com menor interesse do mercado imobiliário, não evitaram que a concentração imobiliária continuasse a ocorrer nas mesmas áreas de sempre (quadrante sudoeste). O mesmo ocorre com os setores das operações onde o CEPAC é mais barato, como o setor Jabaquara na Operação Urbana Água Espraiada, que não atraiu interesse do setor imobiliário.
- Caso sejam excluídas as exigências para o reparcelamento da GLEBA POMPÉIA , a mesma poderá ser ocupada sem seguir um plano urbanístico que confira qualidade àquela imensa área. A cidade ainda PERDERÁ a contrapartida em HABITAÇÕES de interesse social, EQUIPAMENTOS PÚBLICOS e no desenho do sistema viário de forma a garantir uma boa MOBILIDADE.
 - Por fim, vale lembrar que a LEI DA OUCAB É RECENTE (Lei 15.893 aprovada em 2013), construída a partir de um longo processo participativo, que envolveu diversos setores da sociedade. Diferente do atual processo de revisão proposto pela prefeitura, em que a maioria dos representantes do Grupo de Gestão da operação urbana e da população que participou da audiência pública (realizada em março de 2018) se colocaram contrários. A falta de diálogo é outro problema, a revisão foi enviada à câmara sem conhecimento do Grupo de Gestão (eleito pela população com mais de 1.600 votos) e ainda contou com audiências marcadas sem antecedência. E agora, o PL 397/2018 é colocado em pauta na CMSP sem diálogo prévio com a sociedade e como Grupo de Gestão da OUCAB.
[1] Cálculo realizado com base nos valores de terrenos do ano de 2017, retirados do Estudo de Viabilidade Econômico da Operação Urbana Água Branca, realizado pela Prefeitura Municipal de São Paulo.
[2] Calculado com base, em:  <http://outorgaonerosa.prefeitura.sp.gov.br/relatorios/RelSituacaoGeralProcessos.aspx>.


Assinaturas de apoio de representantes da sociedade civil, associações, movimentos e instituições

Associações, Movimentos, Instituições
Associação dos Moradores do Conjunto Água Branca
Associação dos Trabalhadores Sem Terra da Zona Oeste
Associação dos Trabalhadores Sem Teto da Zona Noroeste
Associação dos Moradores do Jd. Comercial e Adjacências
Associação dos Trabalhadores do Conjunto Residencial Vale das Flores
Associação dos Trabalhadores Sem Terra da Zona Oeste Residencial City Jaraguá
Associação Porto de Areia
Associação  de Moradia Jardim Casa Branca ll e Adjacências
Associação  dos  Movimentos  de Moradia da Região Sudeste
Associação de Moradores Pantanal Capela do Socorro
Associação de Ciclistas Urbanos de São Paulo (Ciclocidade)
Central de Movimentos Populares (CMP)
Centro Gaspar Garcia de Direitos Humanos
Conselho Estadual de Defesa dos Direitos da Pessoa Humana (CONDEP)
Conselho Regional do Meio Ambiente, Desenvolvimento Sustentável e Cultural de Paz da Região da Lapa (CADES Lapa)
Instituto Casa da Cidade
Instituto Rogacionista Santo Anibal
Laboratório Espaço Público e Direito a Cidade (LabCidade FAUUSP)
Lapa Sem Medo
Movimento Água Branca
Movimento de Defesa do Favelado da Região Episcopal Belém
Movimento dos Trabalhadores Sem Terra Leste 1
Movimento Habitacional e Ação Social – MOHAS
União dos Movimentos de Moradia – São Paulo

Representantes da Sociedade Civil
Adriana Bogajo (Instituto Rogacionista) – Representante de Organizações Não Governamentais no Grupo de Gestão da OUCAB
Ana Carolina Santos – Representante dos moradores do perímetro no Grupo de Gestão da OUCAB
Caio Boucinhas – Representante dos moradores do perímetro no Grupo de Gestão da OUCAB
Dulcinea Pastrello (Instituto Rogacionista) – Representante de Organizações Não Governamentais no Grupo de Gestão da OUCAB
Ilma Pinho – Representante dos moradores do perímetro no Grupo de Gestão da OUCAB
Jupira Cauhy – Representante dos moradores do perímetro no Grupo de Gestão da OUCAB
Laisa Stroher (IAB/SP) – Representante das Entidades Acadêmicas, Pesquisa e Profissionais no Grupo de Gestão da OUCAB
Leonor Galdino – Representante dos moradores do perímetro expandido no Grupo de Gestão da OUCAB
Maria Elena Ferreira (Movimento Moradia Zona Oeste) – Representante dos Movimentos de Moradia no Grupo de Gestão da OUCAB
Paula Santoro (FAU/USP) – Representante das Entidades Acadêmicas, Pesquisa e Profissionais no Grupo de Gestão da OUCAB
Severina Amaral – Representante dos moradores do perímetro expandido no Grupo de Gestão da OUCAB
Alberto Fernando Affonso Candido – Representante da Sociedade Civil e Coordenador do Conselho Participativo da Lapa (CPM Lapa)
Alice Wey – Representante da Sociedade Civil no Conselho Regional do Meio Ambiente, Desenvolvimento Sustentável e Cultura de Paz da Região da Lapa (CADES Lapa)
Ana Carla Pereira – Representante dos Moradores no Conselho de Zeis da Água Branca
Caritas Basso – Representante da Sociedade Civil no Conselho Regional do Meio Ambiente, Desenvolvimento Sustentável e Cultura de Paz da Região da Lapa (CADES Lapa)
Denise Boschetti – Representante no Conselho Gestor do Parque Buenos Aires até 2006
Edilson Henrique Mineiro – Conselheiro CMPU, representante da UMM SP
Eduardo Melo – Representante da Sociedade Civil no Conselho Regional do Meio Ambiente, Desenvolvimento Sustentável e Cultura de Paz da Região da Lapa (CADES Lapa)
Eneida de Almeida – Representante do IAB-SP no Conselho Municipal de Preservação do Patrimônio Histórico Cultural e Ambiental da Cidade de São Paulo (CONPRESP)
Fabio Benini Cabral – Conselheiro Participativo Municipal Sub-Prefeitura da Sé
Helena Magozo – Representante da Sociedade Civil no Conselho Regional do Meio Ambiente, Desenvolvimento Sustentável e Cultura de Paz da Região da Lapa (CADES Lapa)
Juliana Avanci, advogada do Centro Gaspar Garcia de Direitos Humanos
Leonardo Musumeci – Representante do IAB-SP no Conselho Municipal de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável (CADES)
Mariana Ferraz Kastrup – Representante do Segmento Associação de Bairros no Conselho Municipal de Política Urbana (CMPU)
Margaret Alves Antunes
Maria de la Asunción Carollo Blanco
Mauria Anastácio – Representante dos moradores no Conselho de Zeis da Água Branca
Monica Fatima Ziliani – Representante da Sociedade Civil no Conselho Municipal de Habitação (CMH)
Nabil Bonduki – Professor da FAU USP e membro do Instituto Casa da Cidade
Natasha Mincoff Menegon – Representante do IAB-SP na Câmara Técnica de Legislação Urbanística (CTLU)
Renato Anelli, professor IAU USP e Representante do Instituto de Arquitetos do Brasil – Departamento São Paulo no Conselho de Defesa do Patrimônio Histórico, Arqueológico, Artístico e Turístico do Estado de São Paulo (CONDEPHAAT)
Samira Rodrigues – Representante do IAB-SP no Conselho Municipal de Habitação (CMH)
Simone Aguiar – Representante dos Moradores no Conselho de Zeis da Água Branca e Representante da Sociedade Civil no Conselho Participativo da Lapa
Simone Gatti – Representante do IAB-SP no Conselho Municipal de Política Urbana (CMPU) e na Comissão Executiva da Operação Urbana Centro
Solange Viana – Representante da Sociedade Civil no Conselho Regional do Meio Ambiente, Desenvolvimento Sustentável e Cultura de Paz da Região da Lapa (CADES Lapa)
Stela Da Dalt – Conselheira Participativa Municipal da Sé
Toni Zagato – Conselheiro Participativo Municipal da Lapa (2018-2020, Coordenador por 3 semestres), Arquiteto e Urbanista, Mestre em Políticas Públicas
Vanessa Cristina Matarazzo – Representante da Sociedade Civil no Conselho Participativo Municipal da Lapa (2016/18-2018/19)

Regina Zaidan Pereira Mendes – Conselheira Viva Pacaembu por SP

sexta-feira, 3 de janeiro de 2020

A Praça Conde Francisco Matarazzo Jr. está um espaço muito agradável para você frequentar todos os dias!

Praça é um espaço público urbano, ajardinado, que tem como função propiciar lazer, convivência e recreação para a comunidade. É um espaço para a valorização da saúde humana e para a melhoria da qualidade de vida, aspectos pertinentes e indissociáveis da conservação do meio ambiente. Integra o Sistema de Áreas Protegidas, Áreas Verdes e Espaços Livres previsto no Plano Diretor Estratégico da Cidade de São Paulo.

Praça Conde Francisco Matarazzo Junior está sendo revitalizada e está um espaço muito agradável para você frequentar todos os dias!

No segundo semestre de 2019, a Subprefeitura da Lapa firmou um Termo de Cooperação  com empresas para a revitalização e manutenção da praça e nomeou um Comitê de Usuários(as) com moradores e usuários(as), para a gestão compartilhada da praça, de acordo com a Lei Municipal 16.212/2015:

Termo de Cooperação para recuperação e revitalização da Praça
Publicado no Diário Oficial da Cidade de 25/06/2019 o Termo de Cooperação 005/SubLapa/2019 entre a Subprefeitura da Lapa e a Empresa Visão Verde, que integra o grupo de empresas e condomínios, sediados na Av Francisco Matarazzo, que fez uma cotização para implantar o projeto de recuperação e revitalização da Praça.

As obras civis já foram realizadas (veja as fotos abaixo), e o grupo agora está buscando novas doações para finalizar o paisagismo (plantas e grama) e finalizar o projeto de revitalização, que prevê instalar mais alguns brinquedos infantis; a instalação de ponto de água para regar as plantas e a instalação de câmeras de segurança integradas ao Programa City Câmeras da Prefeitura.

A Praça já é inserida no Programa Wifi Livre SP e já dispõe de iluminação pública rebaixada com luz de led.

Comitê de usuários(as) da Praça
Publicado no Diário Oficial da Cidade de 12/11/2019, a nomeação, pela Subprefeitura da Lapa, do Comitê de Usuários da Praça Conde Francisco Matarazzo Junior, conforme Lei Municipal 16.212/2015, que trata da gestão participativa das praças públicas de São Paulo, e define como atribuições:

Contribuir com a gestão da praça com a participação de usuários(as); propor projetos, reformas, requalificações e intervenções, bem como opinar acerca destes e acompanhar sua execução; opinar acerca de propostas de termos de cooperação, bem como acompanhar e fiscalizar seu cumprimento; opinar acerca do mobiliário urbano, equipamentos e demais elementos que compõem as praças; opinar acerca dos termos de permissão de uso comercial, observada a legislação pertinente; mediar a relação entre a comunidade vizinha à praça e o poder público; buscar parcerias, bem como opinar sobre parcerias existentes e propostas de novas parcerias; opinar sobre plantio de árvores; acompanhar e fiscalizar os serviços de manutenção, limpeza, capinação, poda e demais serviços executados pelo Executivo Municipal e/ou por cooperantes, informando sobre a necessidade de tais serviços e apontando eventuais irregularidades na sua execução; manter diálogo com as empresas cooperantes.

O Comitê de Usuários criou o e-mail comitepracafm@gmail.com para receber sugestões e informações de usuários(as) sobre a Praça.

Como você pode contribuir

1) Ampliar a participação e a frequência da comunidade, em dias de semana e finais de semana.
A Praça Conde Francisco Matarazzo Junior já é frequentada pelas(os) trabalhadoras(os) dos escritórios do entorno em dias de semana; por adultos e crianças que jogam na quadra; por moradores vizinhos que caminham e por famílias com crianças em alguns períodos e finais de semana.
A comunidade pode frequentar mais ainda a Praça para a realização de piqueniques, atividades coletivas de exercícios e saúde, brincadeiras infantis, caminhadas, torneios na quadra, rodas de conversa, atividades culturais e de educação ambiental etc. É a presença cotidiana da comunidade que fará com que a Praça permaneça viva e cuidada.

2) Cuidar dos espaços, da vegetação, dos brinquedos e da segurança
Todas e todos usuários são responsáveis pela manutenção e limpeza da Praça, jogando lixo nas lixeiras, recolhendo o cocô dos animais de estimação, usando devidamente os brinquedos e aparelhos de ginástica; cuidando das plantas e árvores. Podem também informar o Comitê de Usuários de problemas ocorridos ou dar sugestões, pelo e-mail comitepracafm@gmail.com.

3) Não permitir o desvio de função da Praça com usos indevidos ou ilegais
A Praça tem sido usada indevidamente como acampamento de público ou para reuniões de empresas terceirizadas de eventos realizados na Arena Allianz Parque; para descarte de entulho e lixo ou mesmo para atividades inseguras com o uso de fogo e gás. São usos indevidos e que devem ser denunciados pelos frequentadores para as autoridades responsáveis pela segurança de área pública (Subprefeitura, Guarda Civil Metropolitana - 156 e Polícia Militar - 190). 

A Praça é nossa! e é linda! frequente e cuide.


Foram recuperados os pisos, bancos e mesas já existentes, demolida a estrutura degradada do coreto e colocado brita nos locais de permanência



Instalação de brinquedos, bicicletário e lixeiras





Foram construídos rampa de acesso e passeio para caminhada


Na quadra, foram feitas a correção e pintura do piso, a instalação de tabelas e cestas de basquete e a troca do alambrado

Algumas áreas já receberam plantas e grama

Outras áreas ainda aguardam o plantio